Tome muito cuidado com as escolhas que você faz. Não importa se você tem 12, 14, 16, 18, ou 80 anos. Uma escolha errada, pode ditar sua imagem para o resto da sua vida. Não importa quantas escolhas certas, quantas conquistas, e o quanto você evoluiu. As pessoas não te julgam pelos seus acertos, elas te julgam APENAS pelos seus erros
Saiba que as consequências, de TUDO o que você escolher, vão te assombrar para sempre. As escolhas erradas, são nossos momentos mais frágeis e mais vulneráveis, não é atoa que as pessoas preferem lembrar esses nossos momentos.
Quem nunca errou, que atire a primeira pedra. Ou melhor, que me mate apedrejada!
Pessoas, entendam que JULGAMENTO é a maior HIPOCRISIA do ser humano. Não sejam hipócritas. Até mesmo nos erros nós aprendemos, pois é daí que vem nossa maior chance de superação e aprendizado.
Tenham um pouquinho mais de fé em vocês mesmos, e nas pessoas que os cercam, pois o mundo gira, amigos se vão, certezas se estilhaçam, relacionamentos acabam, mas o aprendizado FICA. As pessoas são capazes de mudar SIM.
Eu acredito na minha mudança interna, na minha luz, no meu amor, na minha consciência. Acredito nos meus erros! Por que então eu perderia a fé em todo o resto do mundo?
Nós só não acreditamos naquilo que não somos capazes de fazer. E se você não é capaz de mudar, fique preocupado!
De maneira alguma, julgue as escolhas dos outros. Não é só porque você não tem força e coragem de errar e aprender, que a pessoa do seu lado também não tem.
Quando você acorda, o primeiro olhar é seu. Quando você ama, o coração acelerado é seu. Quando você morre, a passagem é sua. Somente você pode se julgar, e somente pode julgar a você mesmo, pois cada um sabe de si. Cada um sabe pelo que passou para chegar aqui, o resto é só opinião de fora. E a verdade é que nenhuma opinião é, realmente, válida quando se trata dos nossos erros.
Nossa experiência de vida é todo o tempo que tivemos para cometer esses erros e nossa capacidade de reconhecê-los e consertá-los. Não se prive de viver essa experiência e, muito menos, censure a experiência dos outros.
Mudança suave?
Suave coisa nenhuma!
